Caminho de Fátima - Bike105

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Caminho de Fátima

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Caminho do Tejo - Expo - Fátima
Preparação

A preparação para esta aventura resumiu-se à marcação de hotel em Santarém e a garantir transporte de retorno. Relativamente ao hotel, antecipadamente solicitei a guarda das bicicletas o que foi aceite sem grandes problemas. Também adquiri o livro do CNC com a descrição do trajecto, para esclarecer alguma duvida que surgisse durante o caminho.

Sábado (04/05/2002)

1ª Etapa - Parque Expo / Santarém

Esta etapa é praticamente plana com uma única excepção a subida já no acesso à cidade de Santarém.

Saída combinada para as 08.30h junto ao Pavilhão Atlântico, com a foto da praxe. No acesso ao trilho junto ao rio Trancão surgiu a primeira dificuldade com um saco que era transportado por um participante e cuja fixação não estava nas melhores condições soltando-se constantemente, depois de resolvido foi altura de continuar. O caminho percorre a estrada entre as OGMA e a estação dos comboios pelo que foi necessário ultrapassar este obstáculo recorrendo às escadas rolantes, verdadeiro motivo de festa pois não é todos os dias que podemos transportar as bicicletas neste tipo de escadas. Continuando por uma estrada junto a novos armazéns em construção foi necessário circular pela estrada Nac.10 até à estação de Alhandra onde atravessamos a linha para circular pela estrada interior. No final da estrada é necessário inverter os papeis entre bicicleta e ciclista, pois para transpor a passagem elevatória sobre a linha do comboio é necessário carregar com a montada. De novo na Nac.10 sem alternativa e tendo em atenção circular em fila indiana e o mais possível no lado direito da via chegamos a V. Franca de Xira. Aqui tornamos a passar a linha para a parte ribeirinha e entramos no jardim junto ao rio, de salientar que neste jardim é proibido circular em cima da bicicleta. No final do jardim existiu alguma dificuldade em encontrar os marcos indicadores do bom caminho, após algum tempo lá seguimos pela estrada em direcção a norte até novamente entrarmos na Nac.10 mas desta ver por pouco tempo já que as indicações indicavam que deveríamos virar à direita pela estrada paralela à linha do comboio que nos guiou até à Vala do Carregado onde realizamos uma primeira paragem para reabastecer os corpos. Reinicio da jornada continuando por estradas secundarias até entrarmos de novo na estrada principal que nos conduziu até à Azambuja onde subimos a passagem de peões da estação do comboio, mais um momento de diversão. Após a estação foi tempo de mais uma paragem no parque de merendas existente do lado esquerdo junto a uma ramificação da vala real. Aqui iniciou-se outro tipo de caminho já que entramos finalmente nos pisos de terra embora planos e rolantes. Nova paragem na simpática localidade de Valada, depois continuamos até próximo do aeródromo de Santarém onde voltamos ao asfalto que até à cidade não mais nos largou. Chegados ao interior da cidade foi necessário desviarmos ligeiramente do caminho para encontrar-mos o hotel onde guardou-se as bicicletas e pernoitamos.

Domingo (05/05/2002)

2ª Etapa - Santarém / Fátima

Em Santarém existe uma deficiente sinalização pois aqui valeu o meu conhecimento do trajecto, que já tinha realizado anteriormente, para sair-mos rapidamente do centro e encontrarmos de novo as placas. Esta segunda parte será aquela cujo grau de exigência é maior pois vão existir desníveis a vencer, talvez fosse esse o motivo que levou a dois dos elementos que faziam parte do grupo inicial resolveram regressar mais cedo para casa. Assim o grupo ficou reduzido a três elementos. Para minha surpresa embora eu fosse quem menor andamento detinha os meus companheiros estavam em serias dificuldade para me acompanhar, a causa desta anomalia estava no facto do whisky ser incompatível com este desporto, principalmente quando bebido em excesso na noite anterior...

Depois de mais recomposto o grupo é tempo de atravessar algumas simpáticas localidades e conforme nos vamos aproximando de Fátima maiores são os desníveis a vencer e o tipo de terreno torna-se mais exigente tecnicamente. Já com algum cansaço acumulado e no caso de um elemento do grupo o nome Halibut ficou seguramente a fazer parte da lista obrigatória de elementos a levar nestas aventuras.

Finalmente chegamos a Fátima onde registamos o momento e arrumamos as bicicletas dentro do transporte de retorno. Após estarmos sentados dentro do nosso carro assistimos a uma verdadeira descarga de chuva, quando durante todo o caminho tivemos direito a uma temperatura muito agradável. Foi um final feliz para uma aventura que ficou o desejo de repetir. 

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